segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Os quatro “grandes” começam com tudo o Paulista 2007


Após duas rodadas, as principais equipes paulistas começaram suas campanhas com 100% de aproveitamento. Em sua estréia no estádio do Pacaembu, o Corinthians venceu a Ponte Preta por 3 a 1 em grande apresentação de Roger. Muito criticado no ano passado, o meia rendeu aquilo que esperam os torcedores e assim fez a diferença em campo. Outro que foi bastante acionado foi Rosinei. Improvisado na lateral direita, o jogador foi muito bem, tanto que no final foi coroado com um belo gol.

Já na segunda rodada o Timão goleou o São Bento em Sorocaba por 4 a 2. O destaque da equipe foi o atacante Jaílson, que marcou 2 gols e assegurou mais 3 pontos para a equipe de Parque São Jorge.

A equipe do Morumbi também não fez por menos, e conseguiu seis pontos em duas rodadas, após vencer o Sertãozinho por 3 a 1 fora de casa e o Ituano por 1 a 0 dentro de seus domínios. Na primeira partida o destaque ficou por conta de Aloísio. O bom atacante tricolor marcou dois gols e ajudou a garantir a vitória do São Paulo, mas além dele, Hugo e Rogério Ceni foram importantes para o resultado.

Já contra o Ituano, a equipe do Morumbi teve mais dificuldades e venceu com um belo gol de Júnior. A sensação que ficou para o técnico Muricy é de que a equipe pode render muito mais e que precisa se encontrar taticamente em campo.

De todos os grandes, o Santos foi o que teve mais dificuldades em sua estréia. Após estar empatando até os últimos minutos com o estreante Barueri no Parque Antártica, a equipe de Luxemburgo venceu por 2 a 1 com um gol de cabeça do zagueiro veterano Antônio Carlos. Após disputar o Brasileiro pelo Juventude, o jogador chegou com desconfiança pela sua idade, mas mostrou que ainda pode ser útil para a equipe do litoral, garantindo três pontos importantes.

Em sua segunda partida disputada na Vila Belmiro, o Peixe ganhou do São Caetano por 3 a 0. Soberano no jogo e envolvente no ataque, o Santos não deu chances para o Azulão conseguindo uma bela vitória.

Dos quatro chamados “grandes”, o Palmeiras foi o único a estrear técnico novo. Após vencer o Paulista por 4 a 2 no Palestra Itália, Caio Júnior que veio do Paraná para tirar a equipe de uma incômoda fila de oito anos sem títulos, começou o trabalho com o pé direito. O destaque foi o garoto William que não só marcou dois gols, mas mostrou que está totalmente recuperado de um problema no coração, que quase o afastou dos gramados.

Em sua segunda partida, o Palmeiras venceu o Rio Branco por 2 a 1 fora de casa. Com um campo cheio de poças por causa da forte chuva, o jogo teve um nível técnico abaixo do esperado, mesmo assim, o time de Caio Junior confirmou o favoritismo vencendo. O chileno Valdivia marcou seu primeiro com a camisa do Palestra.

Paulistão Fashion Referee

As passarelas do estado de São Paulo estão abertas para os árbitros do Campeonato!! O evento Paulistão Fashion Referee, orgulhosamente apresenta... as novas tendências da arbitragem paulista! Cores vivas, radiocomunicação, além de um luxuoso cinto com compartimentos especiais para água e spray.

A Federação Paulista de Futebol (FPF) sempre buscou inovar em seus diversos campeonatos. Já vimos dois juizes em campo, critério de desempate em números de cartões, tempo técnico, disputa de pênaltis após empate no tempo normal, entre outras regras mirabolantes. Mas dessa vez, a Federação passou um pouco dos limites.

O Paulistão Fashion Referee, o qual me refiro, é o novo estilo que os árbitros do torneio adotaram. O traje preto ficou um pouco esquecido e cedeu espaço para o amarelo, azul e agora o rosa. Quem escolhe a cor do uniforme que será usado, o árbitro ou a federação? Eu não sei. Mas uma coisa eu posso garantir, o Godoy não gostaria nenhum pouco de vestir a roupa rosinha.

Além da nova cor chamativa dos uniformes, os juizes usam um cinto repleto de apetrechos. O spray, que já é um velho conhecido de todos nós, ganhou a companhia de uma garrafinha d'água e o rádio digital que serve para comunicação interna entre os árbitros e os assistentes.

Tudo isso, nós veremos no decorrer do Paulistão 2007. E os torcedores não querem só ver beleza e tecnologia, eles também esperam uma atuação correta e exemplar dos homens que comandam o apito dentro do gramado.

Então, se a moda Paulistão Fashion Referee for um sucesso no estado paulista, podemos aguardar o Brasileirão Fashion Referee!!!

sábado, 20 de janeiro de 2007

Os poetas da bola


O futebol é mais do que um simples jogo. Não é um apenas um esporte como tantos outros. É mais que isso... É arte, é cultura. É poesia que se escreve com uma bola nos pés. É harmonia em forma de ginga. É êxtase em forma de gol!

Assistir a uma bela jogada de futebol é como ouvir uma boa música ou admirar toda a beleza de uma obra de arte. É como saborear um cálice do mais saboroso vinho. Um drible, um lançamento, um passe de três dedos, uma bela defesa... Tudo isso é colírio para os olhos dos boleiros.

Um golaço é repetido dezenas de vezes na televisão (e milhares de vezes na internet). É eternizado. O golaço de Pelé na final da Copa de 58 é tão clássico como um quadro do Picasso. É tão clássico como “Os Lusíadas” de Camões.

Entretanto, alguns jogadores deixam isso de lado para jogarem um futebol pragmático. Produzem “prosas” ao invés de “poesias”. São jogadores que crescem presos aos esquemas táticos, jogadores que não desenvolveram a “veia poética”. Nunca vão emocionar. Nunca vão chegar à categoria de “poetas da bola”.

E já que os gênios do passado não podem mais nos emocionar (a não ser nos videoteipes), vamos vangloriar os craques do presente. Viva os “poetas” Ronaldinho Gaúcho, Alex, Robinho, Kaká, Alexandre Pato, Anderson, Nilmar e outros que tanto nos encantam.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Samba Rubro-Negro



O Gorducha no Barbante nasceu como um programa de rádio. Uma das propostas do programa era tocar sempre uma música (invariavelmente um samba, por se identificar mais com o futebol do que qualquer outro gênero) sobre futebol.

Assim como no programa de rádio, o time homenageado é o Flamengo. João Nogueira canta o "Samba Rubro-Negro" de Wilson Batista e Jorge Castro.

A dona do jogo

Passa ano e entra ano e os jogos de quarta-feira à noite continuam a começar no absurdo horário das 21 horas e 40 minutos. A explicação é simples: o futebol brasileiro, assim como nosso carnaval, nada mais é do que um produto da Globo. São eles quem decidem tudo. Então eles marcam o jogo para depois da novela. Não importa se o jogo vai terminar meia-noite... Não importa o torcedor de estádio... Só importa o telespectador.

Este ano uma lei proibindo jogos depois das 21 horas foi criada. Mas o covarde prefeito Kassab não quis enfrentar a Globo e a vetou. Acabou prejudicando todos os paulistanos que vão ao estádio.

Na verdade, o que a emissora carioca mais quer é isso. Que as pessoas deixem de ir para o estádio e fiquem na frente da telinha, dando audiência. A Globo é a dona do negócio e os clubes são reféns de seu capital. Mesmo quando oferece menos dinheiro do que a concorrência para ter os direitos dos campeonatos, ela acaba levando. Isso por que os clubes já têm o rabo preso e não podem viver sem o dinheiro (que muitas vezes já vem adiantado) global.

O futebol é algo que é do povo. É jogado pelo povo, é jogado para o povo... Não é um produto. Não é algo que pode ser transformado em negócio. Mas a Globo não pensa assim. Para eles, tudo que tem um apelo popular pode ser transformado em mercadoria e depois vendido. Afinal, no mundo capitalista, todos nós somos consumidores em potencial. E o que eles mais querem é que consumamos o seu “produto”.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

O maior clássico do futebol contemporâneo

Um clássico, no futebol, é um jogo realizado entre duas tradicionais equipes. É um jogo realizado entre os chamados times “grandes”. Só o tempo torna estes times grandes e só tempo faz com que estes jogos se tornem clássicos. O Brasil, por ser um país muito grande, vê em seus gramados vários clássicos estaduais. Em São Paulo, o principal jogo é Palmeiras vs. Corinthians. E pelo país afora ainda temos Flamengo vs. Fluminense, Cruzeiro vs. Atlético-MG, Grêmio vs. Inter, Atlético-PR vs. Coritiba e Bahia vs. Vitória só para citar alguns.

E se no Brasil a rivalidade pega fogo, em outros cantos do mundo não é diferente. Basta dois grandes times se enfrentarem para que o clima comece a esquentar. Os clássicos são as grandes partidas do futebol. O momento em que a emoção futebolística aflora de maneira mais intensa.

Ultimamente, porém, um novo clássico se fez presente. Este clássico não tem fronteiras e nem idiomas. Tampouco tem torcedores. Mesmo assim, é o clássico mais emblemático dos tempos de hoje. Trata-se do confronto Nike vs. Adidas.

A Adidas dominava o mercado do futebol desde a década de 70, quando assinou acordo com a FIFA. Desde então, as bola que rolam nas Copas do Mundo são todas da Adidas. O auge da supremacia da marca alemã se deu na final da Copa de 1990: os dois finalistas e o trio de arbitragem vestiam roupas da marca alemã. Na época, não haviam concorrentes de peso. A Puma, antiga arqui-rival, estava por baixo e a Nike ainda não havia começado a investir em futebol.

Quando a marca esportiva estadunidense passou a investir no “soccer”, a situação se transformou totalmente. Logo, grandes seleções e clubes foram vestidos pela Nike. A seleção brasileira foi a cartada inicial. Uma cartada acertada, já que somos os melhores do mundo.

A Copa de 1998 foi a primeira em que houve um grande confronto entre as duas marcas. A Adidas, com a França, se deu a melhor sobre o Brasil Nike. Em 2002, o Brasil-Nike deu o troco na Alemanha-Adidas. E esse confronto começou a se espalhar pelos clássicos regionais.

No Brasil, o primeiro clube Nike foi o Flamengo. O eterno rival Fluminense já vestia a Adidas. Na Espanha, a Nike é Barcelona e a Adidas é Real Madrid. Na Itália a Nike fez uma frente dupla: patrocina a Inter de Milão e a Juventus, rivais do Milan (Adidas). Na Alemanha é o contrário: o Shalke 04 (maior torcida alemã) e o Bayer de Munique são Adidas e fazem frente à Nike do Borussia Dortmund.

E não pára por aí. Na Argentina, o maior clássico é Boca Junior vs. River Plate. Mais uma vez, Nike vs. Adidas. No Brasil, o segundo time da Nike foi o Corinthians. A empresa estadunidense apostava, assim, nos times de maior torcida. Pouco depois, a Adidas passou a patrocinar o Palmeiras e mais um clássico mundial virava um “clássico das grandes marcas”.

E isso se tornou uma constante. Qualquer clássico que se dê valor tem de ter o confronto Nike vs. Adidas. Na Inglaterra, o Manchester United e o Chelsea usavam a marca Umbro. Agora, o Manchester é Nike e o Chelsea é Adidas. Em Portugal, mais um clássico: a Adidas é o Benfica e a Nike é o Porto.

Na Holanda, o tradicional clássico PSV vs. Ajax virou também virou apenas mais um Nike vs. Adidas (nesta ordem respectiva). Na França, quem dá a bola é o campeoníssimo Lyon (Umbro), mas o maior clássico é Paris Saint-Germain vs. Olympique de Marselha. Adivinhe quem patrocina? Acertou. Nike e Adidas.

E se os clássicos interclubes estão dominados por estas duas empresas, o mesmo se pode dizer dos clássicos entre nações. Para começar, o maior clássico sul-americano (e também mundial) é Brasil-Nike vs. Argentina-Adidas. Temos também os eternos rivais Grécia (Adidas) vs. Turquia (Nike), Japão (Adidas) vs. Coréia do Sul (Adidas) e Portugal (Nike) vs. Espanha (Adidas) só para citar alguns confrontos.

Em 2006, na Alemanha, seria o desempate, em Copas, entre as duas superpotências esportivas. Mas deu zebra. Deu Puma.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

A Força do Interior?!?! (parte 2)

Em A Força do Interior?!?! (parte 1), destaquei os times “caipiras” (como os grandes gostam de chamar) que podem mandar bem no Paulistão. Espero que eu esteja certo.

No post de hoje, o foco principal vai "cair" um pouquinho. Não estou desmerecendo ninguém, mas é que irei falar de alguns times que já foram fortes no passado e só agora voltaram a sonhar com uma vaga na A1 e A2. É o caso do Comercial e Botafogo de Ribeirão Preto, da Ferroviária de Araraquara e do Araçatuba.

Essas quatro equipes realizaram grandes feitos no futebol do interior e escreveram seus nomes na história do Paulistão e dos campeonatos regionais.

O Comercial busca a tão almejada “vaguinha” na elite do futebol paulista há mais de 10 anos. O clube viveu momentos distintos em sua história. O ano de 1966 foi marcado pela conquista do campeonato do interior. Em 80 e 81, a equipe disputou a segunda divisão do Brasileiro. Depois as coisas não deram muito certo para a equipe de Ribeirão. Entre 86 e 91, o Comercial não esteve muito bem das pernas. Uma grave crise financeira atingiu o clube e, somente, com a ajuda de um empresário, o time voltou aos trilhos. Quem sabe 2007 seja o ano do Leão de Ribeirão faturar a A2.

O grande rival do Comercial é o Botafogo. E vai me dizer, quem nunca ouviu falar de um certo Come-Fogo? Putz deve ser impossível existir algum ser que não tenha ouvido falar nisso. Come-Fogo é um dos maiores derbys do estado de São Paulo. Vou deixar a rivalidade um pouco de lado e falar um pouco do Botafogo. O Fogão fez campanhas memoráveis, como os títulos da Taça dos Invictos de 1956 e o vice-campeonato de 2001. Também não posso esquecer do Dr... o famoso Dr. Sócrates, um dos maiores gênios que o Brasil já viu em campo.

A Ferroviária de Araraquara não teve um Dr. em campo, mas revelou o zagueiro Mauro Pastor. Ele atuou na AFE de 74 a 78. No ano seguinte foi contratado pelo Internacional de Porto Alegre. Nos últimos anos, a Ferrinha quase abandou seus fanáticos torcedores. O ressurgimento aconteceu no ano passado, quando a equipe se sagrou campeã da Copa Federação Paulista de Futebol e garantiu vaga na Copa do Brasil.

A última equipe que darei destaque será o Araçatuba. E por quê a Associação Esportiva Araçatuba? Porque o time tem dois acontecimentos bem diferentes em seus 34 anos. Em 94, a AEA foi campeã da série A2. Seis anos mais tarde, até ai nada de tão grave. O pior ainda estava por vir. Nos quatro últimos jogos, a equipe escalou três jogadores irregulares. Por este motivo, o Araçatuba terminou o campeonato de 2000 com a incrível pontuação de -16. É isso mesmo. Dezesseis pontos negativos e um ano de suspensão.

Já escrevi demais!!! E eu ainda nem citei outros clubes de peso, como o Bragantino (campeão de 1990), o Mogi Mirim, o Rio Branco, a Ponte Preta, o Guarani, entre outros.

Então, por hoje chega. Vou terminar assim mesmo. Já escrevi muito e talvez você nem leia essa última linha.

E vai começar o Paulistão

Começa hoje o Paulistão, o mais disputado campeonato estadual do país. São Paulo e Santos são os favoritos enquanto Corinthians e Palmeiras correm por fora. Porém, sempre surgem surpresas do interior. No ano passado foi o Noroeste que fez uma bela campanha. Neste ano, de onde virá a surpresa?

Depois de dois anos, os mata-matas estão de volta. Todos nós sabemos que campeonatos de pontos corridos são mais justos. Mas, também sabemos que as finais são o que há de mais emocionante no futebol. E como o Brasileirão já não tem final, restou para o Paulistão...

Também foi ressuscitado o título de campeão do Interior. Os times colocados da quinta à oitava colocação (exceto os times da capital e o Santos) disputarão um mini-torneio para decidir quem é o time maioral do interior.

A (triste) novidade é a ausência dos tradicionais Guarani e Portuguesa na elite do futebol paulista. Rebaixados em 2006, jogam este ano a série A2, tentando desesperadamente o acesso.

Mas se, por um lado, o campeonato não vai contar com estas tradicionais equipes, por outro, novas cidades entrarão no mapa da bola. Guarantiguetá, Rio Claro, Sertãozinho e Barueri conseguiram ascender de divisão e não vão querer simplesmente fazer papel de figurantes no campeonato. O Barueri, principalmente, promete dar muito trabalho. Eles vêm de cinco acessos e agora querem títulos na elite.

Os grandes que se cuidem...

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Brasileiros no topo do mundo - I



Santos 5 x 2 Benfica - 1962

Segunda-feira é dia...

A rivalidade que existe entre os grandes clubes de São Paulo vai começar a fervilhar novamente. O Paulistão começa nesta quarta e os torcedores não agüentavam mais o recesso da bola. A próxima segunda-feira já vai começar com novas provocações...

Os torcedores já sabem exatamente o que falar com os rivais. O Palmeiras é o atual time na fila (desde 1999 não ganha um título de expressão). Os rivais exploram isso e os palmeirenses não têm muito que responder. O time alviverde saiu desta triste situação de jejum de títulos em 1993. Seis anos de Parmalat depois, conquistou a Libertadores, a última glória.

Quando o time está na fila, não há muito que argumentar com os rivais. Sendo eu santista, senti na pele o que é isso. Passei o primário, o ginásio, o colegial e o cursinho escutando zoação alheia. Só na faculdade pude gritar “é campeão”. A alegria foi intensa.

Os corintianos podem se orgulhar de ganhar títulos quase todos os anos. Mas vão escutar sempre o coro “p... que p..., Libertadores o Corinthians nunca viu, e nem vai ver!”.

Difícil, hoje, é tirar sarro dos são-paulinos. Eles ganharam tudo nos últimos anos e estão cheios de pose. Mas, recentemente, ganharam o “pederástico” apelido de “bambis” e isso é suficiente para deixá-los transtornados.

Mas o mais difícil é ser santista. Até outro dia, eu tinha que ouvir a seguinte frase: “Você nunca viu seu time ser campeão”. Ou então: “é, é, é, viúva do Pelé”. Vieram os títulos. Disseram que sem Robinho não sobreviveríamos... Ano passado, fomos campeões do Paulistão sem ele. Mas torcedor é torcedor. Eles querem tirar onda com os rivais. Os corintianos, são-paulinos e palmeirenses vão sempre insistir em comparar o Santos com a Portuguesa... Coisa de torcedor...

Que bom que tudo isso está voltando. Segunda-feira novamente vai ser uma gostosa segunda-feira... De muita falação, de muita provocação, coisas que só alimentam esta paixão que é o futebol.